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Openingstijden
Maandag t/m vrijdag
van 9.00 -17.00 uur
São muitos os restaurantes do mundo, da Itália ao Japão, mas o grande destaque, talvez, vá para a cozinha tradicional portuguesa – de tal forma que a grande novidade na zona é uma nova tasca antiga (a Vida de Tasca, de Leonor Godinho). Tem uma esplanada grande para dias solarengos e uma carta de vinhos variada para acompanhar os bons pratos. Neste restaurante em Benfica – não é fácil dar com o restaurante, devido à localização recândita – encontra bom peixe grelhado no carvão, sempre fresco e com boas recomendações do dia, das lulas, à garoupa, ao cherne, dourada, por aí fora. Numa esquina tranquila de uma zona residencial de Benfica, em frente à Escola Superior de Comunicação Social, do outro lado da Segunda Circular, fica este inesperado restaurante que arrancou quatro estrelas ao crítico Alfredo Lacerda. Para sobremesa, a frescura dos mochis. Neste caso, é em Benfica que tudo acontece – e tudo é muita coisa, mesmo que possa não parecer.
Por isso, é fácil encontrar filetes de peixe galo com açorda de ovas, tripas e cozido à portuguesa em muitas esquinas, sem ter que recorrer à casa da avó. Há também donburis https://tribunasportsbar.pt/ (de porco crocante ou de atum marinado), okonomiyakis (as panquequinhas japonesas) e outras delícias para satisfazer todos os gostos. A bowl de massa com caldo fumegante para sorver é apresentada em versões como a de triplo porco (um caldo de porco intenso com miso e malagueta, noodles, porco picado e porco crocante, ovo nitamago, nori e ceboleto) ou a vegetariana (caldo vegetariano com cogumelos shiitaki, eryngi e enoki). Imperdível é o carabineiro à moda da casa, uma espécie de ovos rotos servidos com este crustáceo cozinhado no ponto, cheio de sucos marinhos; e um prego com uma carne do lombo tenra, de raças transmontanas, servido num pão de água rústico.
Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias. Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Cheio de pinta e boa música, centrado no balcão de azulejos pintado à mão, aposta no receituário português, com produtos escolhidos a dedo e referências de vinho a condizer. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Só isso já seria muito bem-vindo, mas não se fica por aí.
Boletim prevê intensificação do El Niño no Brasil nos próximos meses Com novas entradas todos os anos, a lista de restaurantes em Lisboa com o reconhecimento do famoso guia vermelho não pára de crescer. Nestes restaurantes de Lisboa, ainda é possível comer até 10€. A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. Outro espaço onde se pode encontrar Leonor é no Bibs. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.
Leve em mente que tem de guardar espaço para o conhecido bolo de bolacha com mousse de chocolate. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate. Na casa que tem junto ao Campo Pequeno há uns bons anos, mostra o melhor da sua cozinha de inspiração transmontana, sempre a cruzar outras regiões do país.
O menu é curto e está afixado na porta – três entradas, cinco pratos, uma sobremesa e dois cocktails de assinatura a somar a uma carta de vinhos naturais e de baixa intervenção. Há dois menus, um mais simples, em que cliente escolhe entrada, prato e sobremesa, e o de degustação, com seis momentos. À frente do restaurante está uma família de Cantanhede, que entretanto abriu um segundo espaço no centro da cidade, na Duque de Palmela.
Por fim, os clássicos tacos, servidos em doses de dois e com livro de instruções na mesa a indicar como os deve comer. A carta do Lamassa oferece-a em vários formatos, como tagliatelle alla carbonara (9€), ravioli alla taleggio com recheio de queijo tallegio e molho de gorgonzola (11€) ou pappardelle com cogumelos e trufas (13€). O La Massa fica na fronteira entre o Estoril e São João do Estoril. Nesta lista encontra os melhores restaurantes no Estoril para almoçar ou jantar, desde os espaços mais clássicos até aos mais modernos e saudáveis – passando por tascas e restaurantes de fusão . Hoje, além de praias, tem bons sítios para comer, ir às compras e passear, a dois passos do mar ou mesmo no meio da vila apalaçada. Conheça aqui os melhores sítios para comer no Estoril, desde os clássicos às novidades.
Clássicos como a alheira com ovo, o bitoque e os choquinhos grelhados não falham, tal como a energia pulsante da casa. Pode ficar na fila, mas é coisa para demorar um bocado. Aqui, podemos não ter as míticas 1001 receitas de bacalhau, mas, entre entradas e pratos principais, conte com duas a três dezenas de propostas na ementa.
Mas a chanfana, prato do qual Miranda do Corvo, no distrito de Coimbra, se diz capital, é um daqueles que fideliza clientes. É a escolha de muitos chefs para almoçar ou jantar numa folga, aposta segura para boa comida tradicional a preços que já pouco se encontram na cidade. Nesta Floresta, quando o relógio se aproxima das 13.00, as mesas já estão cheias, e da cozinha vão saindo bons pratos típicos portugueses. Estamos numa das poucas casas inteiramente dedicadas ao bacalhau salgado seco – o que é ao mesmo tempo triste, sendo este porventura o produto mais distintivo da cozinha portuguesa. Da última vez que espreitámos a ementa vimos 26 pratos com bacalhau, das entradas aos principais.
A comida que o chef Rui Paula cria é apaixonante – e os seus espaços também. O sucesso, talvez, reside no facto de se tratar de um misto de sandes e petisco (para comer com os dedos), perfeito para acompanhar um fino nos dias frios ou quentes. Mais tarde abriu um espaço em nome próprio, a poucos passos do original, mas que fechou as portas em 2018, para grande tristeza da cidade. Nesta casa argentina comandada pelo chef Maurício Ghiglione, o destaque é a parrilla com cortes de carne de alta qualidade, como o ojo de bife, o lomo, ou o bife de chorizo (que nada tem a ver com nosso enchido).
Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. As opções estão sempre a mudar, assim como a carta de vinhos, com uma aprimorada selecção de vinhos naturais. Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. Criado no Cais do Sodré, onde se fez casa de jazz, poesia e boa comida, o Tati mudou-se para a Penha de França e em pouco tempo mudou também a nossa atitude nonchalante para com o projecto. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações. Era, na verdade, exactamente aquilo que Kosuke Saito, chef japonês natural de Kanagawa, tinha idealizado para o seu primeiro restaurante.
MR. G.D. HAYTINK
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